Belo 29 Vezes Campeão Paraibano -
(Foto: Raniery Soares/ Paraíba Press/ FPF)

Belo 29 Vezes Campeão Paraibano - (Foto: Raniery Soares/ Paraíba Press/ FPF)

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Rafael Oliveira lida bem com pressão, mas pede que a torcida troque crítica por apoio


Rafael Oliveira (Foto: Hévilla Wanderley / GloboEsporte.com)
Artilheiro do Botafogo-PB nesta temporada - com 20 gols marcados -, o atacante Rafael Oliveira falou nesta quarta-feira sobre o protesto de alguns torcedores do clube, que chegaram a invadir o treino dessa terça-feira, na Maravilha do Contorno, para cobrar mais comprometimento do time na Série C. Demonstrando tranquilidade em meio ao momento conturbado do Belo, o jogador disse suportar bem a pressão da torcida, mas pediu que as críticas deem lugar ao apoio para que o time tenha um clima mais favorável para tentar retomar o caminho das vitórias.

O Alvinegro da Estrela vermelha perdeu os últimos quatro jogos que disputou na competição nacional e, com isso, saiu do G-4 do Grupo A. Agora na sexta colocação - dois pontos abaixo da zona de classificação e três acima da de rebaixamento -, os jogadores botafoguenses sentiram nessa terça-feira, durante treino na Maravilha do Contorno, o descontentamento da torcida com a sequência negativa e as atuações do time. Mas Rafael Oliveira garante que está sossegado. ele também disse que entende a reação dos torcedores.

- Eu sou acostumado a jogar com time de bastante torcida. Não é a primeira vez que eu estou passando por isso. Isso vai servir de motivação mais ainda. Mas eu quero que ele (o torcedor) possa vir e nos apoiar e não criticar algum jogador. Mas a gente sabe que o torcedor age com emoção. Quando voltarmos a ganhar, ele vai estar aqui nos aplaudindo da mesma forma - comentou o atacante em entrevista coletiva pouco antes do treino desta quarta-feira, que foi realizado com portões fechados no Almeidão.

Após as quatro rodadas sem somar um ponto sequer, o Botafogo-PB se prepara para encarar o líder CSA no próximo domingo, no Estádio Rei Pelé, em Maceió. Ciente da pressão que deve encontrar na casa do adversário, Rafael Oliveira focou seu discurso na importância de vencer o jogo para aliviar o clima nos bastidores.

O atacante lembra que, apesar de o momento ser ruim, o Belo depende apenas de si para se recuperar, voltar ao G-4 e conseguir a classificação para o mata-mata da Série C. E ele admite que, para isso, é importante que seus gols voltem a sair - até aqui, foram apenas dois gols em nove jogos.

- A gente sabe da cobrança. Espero que a gente possa voltar a ganhar, que eu possa voltar a fazer gols e que a gente consiga sair dessa situação. Só dependemos da gente mesmo. Não dependemos de ninguém. Quando voltarmos a ganhar, as coisas vão melhorar.

O Belo encara o CSA no domingo, pela 12ª rodada da Série C. O time alagoano é dono da melhor defesa da competição - sofreu apenas seis gols - e perdeu apenas uma vez. Mas vale lembra que essa única derrota do Azulão foi justamente para o Botafogo-PB: 2 a 0, no Almeidão, pela terceira rodada da competição.

Rafael Oliveira defendeu o CSA no ano passado e sabe bem como é jogar no Rei Pelé. Ele elogiou a qualidade do gramado, mas alerta para o Belo ter cuidado com o adversário, que vem de três empates nas três últimas rodadas e vai querer vencer a todo custo também para dar uma resposta a sua torcida, que, assim como a botafoguense, tem pressionado o time.

- Para mim, é bom enfrentar o CSA. O campo lá é bom de jogar. Que a gente possa fazer um grande jogo e voltar a ganhar, que é o mais importante. Cada jogo é uma história. Não dá para saber quem vai ser o vencedor. Espero que a gente possa chegar lá, fazer gols e conseguir a vitória - finalizou Rafael Oliveira.


Por GloboEsporte.com, João Pessoa


terça-feira, 25 de julho de 2017

Plínio admite que vive fase inédita no Belo, mas aposta na união para superar crise


Plínio (Foto: Lucas Barros / GloboEsporte.com)
Momento conturbado vivido pelo time do Botafogo-PB tem atingido até os jogadores mais experientes. O Belo sofreu uma queda inesperada nas últimas rodadas do Campeonato Brasileiro da Série C, acumulando quatro derrotas consecutivas – sendo duas no Estádio Almeidão, em João Pessoa – e deixando o G-4 do Grupo A. Aos 33 anos e com um longo currículo na carreira, o zagueiro Plínio confessou que a situação incômoda é inédita para ele.

No entanto, o camisa 3 garante que só existe uma maneira de transformar a crise em passado e projetar um futuro mais otimista para o elenco botafoguense.

- Na minha carreira, eu acredito que nunca tenha passado por essa situação de quatro derrotas seguidas. É difícil, mas reforço, é a hora de se unir, esquecer as derrotas e trabalhar ainda mais.

Durante o primeiro turno da Série C, o Botafogo teve um bom desempenho e se manteve no G-4 em cinco das nove rodadas disputadas na primeira metade da competição. Os quatro tropeços aconteceram justamente na transição do primeiro para o segundo turno. Vale ressaltar que a queda atinge tanto o setor defensivo quanto o ofensivo. Somente nesses quatro jogos, foram sete gols sofridos e apenas dois marcados.

Para Plínio, o desequilíbrio recente faz parte das falhas de todo o elenco, de forma que os erros precisam ser corrigidos por causa da proximidade com o fim da primeira fase da terceira divisão.

- É um conjunto que tem que funcionar. Todo mundo defende e todo mundo ataca. A gente vem pecando principalmente nas bolas paradas, tem faltado atenção. O professor Schülle sempre nos cobra atenção. E agora é hora de atenção redobrada porque não tem mais espaço para erros – avaliou Plínio.

 (Foto: Alisson Frazão/Ascom CSA)
Após a derrota dentro do Estádio Almeidão para o Fortaleza, por 2 a 0, o Belo vai ter pela frente mais uma pedreira. O adversário da vez é o líder do grupo com 20 pontos, o CSA, no Estádio Rei Pelé, em Alagoas. O Azulão só foi derrotado uma única vez nesta Série C. Foi justamente para o Alvinegro, em João Pessoa, por 2 a 0, com dois gols de Dico.

Contudo, o desafio agora vai ser fora de casa, onde o Botafogo também tem encontrado problemas mesmo depois da quebra do tabu de quase dois anos sem vencer longe de João Pessoa. Enquanto isso, após o duelo contra os alagoanos, o Belo joga novamente fora de casa, contra o Salgueiro, no Estádio Cornélio de Barros, em Pernambuco.

São duas rodadas longe de casa que devem ser decisivas para as pretensões alvinegras em 2017.

- Jogar fora de casa é ainda mais difícil. Nossa equipe é consciente e tem que se dedicar mais. É manter essa consciência de que precisamos pontuar nos dois próximos jogos, é nas dificuldades que os grandes jogadores aparecem – finalizou Plínio.


Por GloboEsporte.com, João Pessoa

Depois de sentir dores contra o Fortaleza, Djavan passa por exames e está liberado


 Djavan (Foto: Hévilla Wanderley / GloboEsporte.com)
Não passou de um susto. A dor no peito que tirou Djavan de campo no segundo tempo da partida contra o Fortaleza não se refere a nenhum problema mais grave. É o que garante o médico do Botafogo-PB, Fábio Farias, que avaliou o jogador durante o fim de semana e ainda fez exames na manhã desta segunda-feira.

De acordo com o líder do departamento médico botafoguense, existia a suspeita de um problema muscular, porém, o volante está liberado e participou do treino no Centro de Treinamento da Maravilha do Contorno realizado nesta tarde.

- Djavan passou por duas baterias de exames. Primeiro foi submetido ao eletrocardiograma, para observarmos se havia algum problema com o coração, e depois por uma radiografia do tórax, para avaliarmos o sistema ósseo. Nenhuma das duas situações apresentaram alguma alteração. Havia a suspeita de um problema muscular, mas o jogador está bem e já está integrado ao resto do time – explicou Fábio Farias.

(Foto: Cisco Nobre / GloboEsporte.com)
Por volta dos 18 minutos do segundo tempo, quando o Fortaleza já vencia o Belo por 1 a 0, Djavan sentiu o problema e, após avaliação médica inicial, foi substituído para dar lugar a Fernandes. Naquela situação, o cenário já não era satisfatório para o time alvinegro, que mesmo com um jogador a mais, sofria sem conseguir criar oportunidades de gol.

Na saída do vestiário após o revés, Djavan comentou sobre o incômodo e afirmou que gostaria de ter continuado em campo para ajudar o Botafogo. Contudo, foi substituído por precaução.

- Senti um desconforto no peito e o médico achou melhor me tirar de campo. Mas já está tudo bem, foi só um susto – disse Djavan.

Plínio e Rafael Oliveira de volta à fisioterapia

O Botafogo-PB confirmou também que o zagueiro Plínio e o atacante Rafael Oliveira vão passar novamente por sessões de fisioterapia. Para evitar novos problemas com lesões, a dupla tem feito todo o início de semana trabalhos preventivos com o fisioterapeuta do clube, Wellington Almeida.

Com Djavan, Plínio e Rafael Oliveira, o Botafogo volta à campo no próximo domingo, às 16h, quando visita o CSA no Estádio Rei Pelé, em Maceió.

O adversário desta 12ª rodada lidera o Grupo A com 20 pontos. Enquanto isso, o Belo deixou o G-4 após a quarta derrota consecutiva na competição.


Por GloboEsporte.com, João Pessoa

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